Já imaginou visitar um museu de plantas vivas? Mais que um jardim botânico, a Estufa Fria de Lisboa é um passeio imperdível para quem tem mais tempo pela cidade, ou para quem está a revisitando. 

É um imenso – e belíssimo – jardim feito sem aquecimento, como o nome já diz. São 1,5 hectares de pura vegetação. Foi inaugurada em 1933, desenhada pelo arquitecto Raul Carapinha e contém uma nascente de água local.

Estufa Fria de Lisboa

Onde a Estufa Fria de Lisboa está localizada?

Você encontra a Estufa Fria no Parque Eduardo VII; preste atenção no mapa para não se perder – nós nos perdemos umas duas vezes tentando encontrar. 

Há outras paradas de metrô perto da Estufa, mas eu recomendo fortemente a Parque, pelo simples fato de ser linda! Pinturas sobre o “descobrimento” e as caravelas, frases de filósofos pelas paredes… foi uma surpresa bastante agradável.

O que esperar da visita?

A entrada custa 3 euros e vale cada centavo. É verde que não acaba mais. Eu fui no final do verão, então já não havia tantas flores – e as que haviam já estavam morrendo. Acredito que na primavera seja ainda mais bonito. Uma boa desculpa para voltar à cidade, haha.

Estufa Fria de Lisboa

O cenário é uma mistura de verde com pedras, é muito lindo. Tem mais de 300 espécies de plantas, de todas as partes do mundo. Serve como preservação e exposição. As plantas que eu mais gostei são da África do Sul.

Há uma parte chamada Estufa Quente, onde encontram-se plantas que suportam (e vivem) em condições mais quentes, como o cactus. Há uma infinitidade de cactus a serem descobertos – inclusive o Cactus-monstro.

Que tal dedicar em torno de 2h (ou quanto tempo você achar necessário, longe de nós impor um limite haha) da sua visita na cidade para uma escapada à selva? Nós com certeza recomendamos.