No Morando por aí dessa semana temos o relato super detalhado do Homero Graco, paulista de 28 anos que foi para a Colômbia fazer intercâmbio voluntário em Medellín no primeiro semestre de 2013. Então, se você sempre pensou em conhecer mais a América do Sul e não sabia por onde começar, continue lendo esse post porque talvez o seu problema já esteja resolvido!

 Medellín

O que te levou a escolher a cidade/país?

No início de 2012, um dos amigos com quem morava no Brasil foi viajar de intercâmbio para o Canadá, o que fez despertar em mim pela primeira vez a vontade de ir a outro país. Depois de um tempo lá, fizemos uma reunião por skype para conversar sobre a experiência dele no país e, dentre outras coisas, surgiu a ideia por parte dele de que outra pessoa ocupasse seu quarto, já que ele ainda estava pagando por tudo e isso lhe dava um custo adicional desnecessário.

Na conversa levantamos a possibilidade de buscar um estrangeiro, pois isso traria o benefício adicional de podermos praticar em casa o Inglês, além de conhecer alguém de um país diferente. Como eu ainda era relativamente ativo na AIESEC da minha cidade (eu explico mais sobre a organização em seguida), decidimos nos inscrever num dos programas de hosting, que era basicamente uma forma de prover moradia a um estrangeiro que estivesse vindo à cidade para trabalhar. Passado algum tempo, recebemos uma resposta: não somente um, mas dois intercambistas, Juan e Gerardo, estavam interessados em vir, e eles eram justamente colombianos… Sem me extender muito, como o quarto vago era grande, aceitamos a proposta e os dois se tornaram excelentes companheiros de apartamento. Por causa deles fiz uma infinidade de amigos de vários países, mas em geral meu grupo preferido sempre era o dos Latinos, em sua maioria colombianos.

Depois de praticamente um ano conhecendo estrangeiros, somente aumentava minha vontade de sair de meu emprego para viajar, e a decisão de qual país escolher foi fácil. Em Dezembro de 2012 comecei a buscar vagas de trabalho na Colômbia, e em Janeiro de 2013 meu destino estava decidido: Medellín.

Vista de Bogotá desde o Monserrate

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Você fez o processo sozinho ou por intermédio de terceiros?

Fiz o processo por intermédio da AIESEC em São Carlos. A AIESEC é uma organização liderada por jovens que oferece oportunidades de intercâmbio voluntário e profissional em diversos países, além de promover uma série de valores construtivos para a sociedade. Eu sou atualmente alumnus e faço parte da organização desde 2008, participei ativamente de várias atividades e continuo promovendo seus valores, mas nada impede qualquer estudante de buscar vagas de trabalho com o apoio deles; além disso, a organização está presente em mais de 100 países pelo mundo e tem muitos escritórios pelo Brasil. Provavelmente há uma AIESEC perto da cidade onde você mora.

Qual foi a documentação necessária?

O processo de intercâmbio para a Colômbia é relativamente simples. Na época o escritório da AIESEC em Medellín me enviou uma carta-convite onde estavam especificados os detalhes do projeto: que tipo de trabalho eu iria executar e onde, as pessoas responsáveis por mim e meu endereço na cidade. Chegando em Bogotá (os voos internacionais somente viajam para lá, mas existem rumores de que Medellín e Cali também receberão estes voos num futuro próximo) eu tive que passar pelo processo normal de entrada pela alfândega, e as autoridades requisitaram minha documentação (passaporte) e a carta-convite. Após algumas perguntas básicas, eu receberia o carimbo de entrada no país.

Ao viajante também é requisitado seguro-saúde internacional (o qual nunca verificaram) e que se pode conseguir facilmente por diversos meios no Brasil. Existem duas dicas que eu acho válido mencionar e que tive dificuldade de aprender sozinho:

– Alguns cartões de crédito incluem um pacote de seguro-saúde a preços muito baixos ou mesmo sem custo. É possível que em sua família alguém inclusive já esteja pagando por isso. Procure saber com seus familiares e dê um bom uso pro cartão 😉

– O Banco do Brasil fornece um seguro-saúde internacional extremamente barato e que cobre o básico requerido pra conseguir viajar.  Se você anda com o dinheiro contado, vale a pena conferir.

Também é necessário o certificado internacional de vacinação comprovando que sua proteção contra a febre-amarela está em dia (e que tampouco verificaram), isso eu obtive num órgão da ANVISA no aeroporto de Maringá-PR (o mais próximo da minha cidade natal), mas existem vários espalhados pelo Brasil.

Como escolheu onde morar?

Minha única restrição era morar em Medellín, principalmente por ter feito vários amigos no ano anterior que moravam lá. Eu participei de dois projetos voluntários, o primeiro por sete semanas e o segundo por três meses. Em ambos projetos, os escritórios da AIESEC nos providenciaram moradia, sendo que no primeiro o apartamento não tinha custo e no segundo havia um auxílio mensal que cobria o valor do aluguel.

Aqui, eu quero abrir espaço pra uma divagação (prometo que não vai ser muito longa). O Colombiano é um povo extremamente caloroso e familiar, num nível diferente do brasileiro. Logo que fui aprovado no processo seletivo, contei a Daniel, um de meus melhores amigos do grupo de latinos no Brasil, que estava indo à Medellín. A resposta dele não foi outra senão um convite para morar com sua família, pelo tempo que fosse necessário. Esse tipo de atitude é comum por lá, além dele outros amigos também me convidaram.

Eu inicialmente aceitei passar a primeira semana em sua casa, já que chegaria com antecedência, mas pelo fato de ter moradia garantida pela AIESEC, senti que não havia “necessidade de incomodar”. A resposta dele foi na linha de: Parce, sabes que estamos siempre a la orden, puedes venir y quedarte por el tiempo que sea, sin pena. Acho que dá pra entender, né? Bom, eu fiquei lá somente uma semana e logo me mudei à primeira trainee house, onde eu moraria durante o primeiro projeto, e a experiência foi excepcional. Para o segundo projeto, me mudei para outro lugar, mas infelizmente não me adaptei tão bem. Depois de conversar um dia com o Daniel, ele de novo reforçou que eu deveria voltar para a sua casa. Não pensei duas vezes! Seus pais, amigos, familiares e até a cachorrinha Wanda me incluíram como membro da família, e isso foi uma experiência tão intensa que até hoje me emociono ao lembrar dos momentos que passamos juntos.

 Família colombiana

Como foi chegar no lugar, qual foi sua primeira impressão? Te receberam bem?

A chegada foi excelente. Como eu andava em contato contínuo com meus amigos, lhes avisei da data e horário em que chegaria, uma semana antes de começar a trabalhar. Eu cheguei primeiro a Bogotá e tive de esperar por cerca de três horas para minha próxima conexão, mas Gerardo (que morou comigo no Brasil) me fez companhia. Como não havia tempo suficiente para sair do aeroporto e conhecer a cidade, fomos ao famoso Juan Valdez e provei o tão famoso café colombiano pela primeira vez. Gerardo veio com seu irmão e mais alguns amigos, e pudemos conversar bastante em espanhol. Na época eu ainda tinha um nível intermediário no idioma, então esses primeiros momentos foram muito importantes para minha adaptação.

Após a espera em Bogotá, tomei meu voo para Medellín e cerca de 40 minutos mais tarde – é mesmo muito rápido – aterrissamos. Daniel estava lá junto com Juan (o outro que morou comigo no Brasil), eles fizeram o esforço de me buscar e me ajudaram com as malas. O pessoal da AIESEC ofereceu ajuda desde o princípio com a recepção, mas eles insistiram que gostariam de me buscar – é o jeito colombiano.

Como era sua rotina?

Em ambos projetos eu tive uma rotina bem definida, mas nunca estressante ou repetitiva. Como era trabalho voluntário, tínhamos relativa flexibilidade de horário e, além das atividades regulares, participamos de visitas, seminários e eventos culturais.

Eu andava de ônibus ou metrô para ir trabalhar, e de táxi quando saía à noite. Em Medellín se pode tomar táxi ou ônibus basicamente em qualquer lugar, basta acenar que o motorista para imediatamente, onde você estiver. Em geral era necessário como vinte a trinta minutos de condução para chegar ao local onde trabalhava.

Ajiaco, uma das comidas típicas de Bogotá

Como era o clima por lá?

A Colômbia está praticamente na linha do Equador, e justamente por esse motivo o clima tende a ser constante ao longo do ano. Os próprios colombianos dizem que o clima lá depende da altitude onde se vive – se é alta, faz frio, se é baixa, faz calor. Medellín está na altitude que se considera ideal, o que a faz ser conhecida como a “Cidade da eterna primavera” pois o clima é mesmo de uma primavera infinita, raramente acima dos 30ºC – ainda que o aquecimento global tenha mostrado suas forças nos últimos anos – e raramente abaixo dos 15ºC. Me lembro de dias muito ensolarados e noites bastante amenas, e nunca fez frio.

A moda colombiana não é muito diferente da nossa, seja brasileiro e tudo sairá bem! Existem certas diferenças, mas nada que exija adaptação. Aliás, eles nos respeitam muito como brasileiros, já que nosso país é visto como referência e transmite a imagem de sensualidade. Me lembro de encontrar produtos brasileiros em shoppings sendo vendidos com um certo apelo de refinação e exclusividade.

Se você for a Medellín, durante o mês de Agosto é celebrada a Feria de las Flores, que é o evento principal do ano, quando por uma semana todos se divertem nas ruas e celebram de diversas maneiras, e comerciantes desfilam pela cidade mostrando arranjos de flores produzidos na região. A Colômbia é famosa pela produção de flores exóticas e o evento é considerado muito importante pelos nativos.

Quais os lugares que você mais gostava de frequentar?

Em Medellín eu gostava de sair à noite para a carrera 70, a avenida 32 ou o Parque Lleras que são onde estão vários dos melhores bares e clubes da cidade e se pode escolher o local conforme o estilo de música, dentre eles reggaeton, salsa, merengue, bachata, vallenato e crossover (assim se diz quando o lugar mistura estilos).

Eu também adorava passar um tempo ao redor da Universidad de Antioquia, uma das maiores universidades públicas de lá, onde se encontram alguns bares e restaurantes e se pode ter uma vista linda da montanha que suporta o parque Arví. Esse parque também vale a pena ser visitado, ele fica no alto da montanha e se chega até lá por teleférico. Existem várias atividades de turismo esportivo oferecidas lá e é um passeio interessante para um dia todo.

Quais os lugares que não estão nos roteiros turísticos típicos mas vale a pena conhecer?

Medellín e região têm vários pontos turísticos muito bem conhecidos e explorados pelas agências da cidade – El pueblito paisa, Guatapé y la piedra del Peñol, Bilblioteca España, Parque Arví e mais recentemente até mesmo tours “do Pablo Escobar” (o seriado Narcos fez muita gente querer visitar a cidade e os comerciantes estão se aproveitando disso) que na verdade custam bem caro e passam pelos mesmos lugares que qualquer um pode ir sem custo algum. Mas um ponto que raramente é mencionado são os Miradores de las Palmas a caminho do aeroporto e de onde se pode ver toda a cidade.

Empanada, umas das comidas de rua mais conhecidas na Colômbia

Qual o custo de vida da cidade?

Pode-se viver na Colômbia a um custo baixo, ainda que o Real esteja hoje em desvantagem em relação ao Peso Colombiano. Na época em que vivi lá, 1 real valia o equivalente a 1000 pesos colombianos (COP), então a conversão de valores era fácil. Em Medellín e Bogotá se pode almoçar por algo como COP 15.000 em bons restaurantes. Comidas de rua tendem a ser fritas (adoro) e custam muito barato. Todos os dias nos horários de intervalo do meu trabalho eu tomava um cafezinho e comia um salgado por algo como COP 2500. Frutas são muito baratas e de qualidade em geral acima da nossa.

O uso de táxis é muito difundido por lá e se pode ir a praticamente qualquer lugar a um custo muito baixo. Sempre saíamos em grupos de 2 a 4 amigos de carro a um valor compartilhado de COP 10.000 a 15.000. Medellín investiu bastante no seu sistema de transporte e a cidade conta com micro ônibus por toda parte (que são em geral velhos e poluentes, mas muito coloridos e quase sempre tocam música), ônibus articulados como os de Curitiba conhecidos como Metroplus, metrô, teleféricos conectando duas comunidades, e mais recentemente bondes na região central. Uma passagem de qualquer um desses meios custa por volta de COP 2.000 e, se você for morar na cidade por um tempo longo, eu recomendo adquirir um “cartão do cidadão” – tarjeta cívica­ – que dá desconto nos preços de metrô, teleféricos e bondes.

Na segunda metade do meu intercâmbio eu morei por um mês em uma trainee house da AIESEC, que me custava algo como COP 150.000 por mês. Infelizmente eu não sei dizer qual o preço médio do aluguel na cidade, imagino que a casa provida pela AIESEC custava muito menos que o normal.

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O que você mais gostou de fazer durante sua estadia?

Pela Colômbia existem muitos lugares pra se visitar, como o Parque del Café e o Valle de Cocora que estão na zona produtora de café (o Eje Cafetero), Monserrate que está em Bogotá a mais de 2500 m de altura e permite que se veja toda a cidade como se estivesse ao alcance da sua mão, a catedral de Sal de Zipaquirá, também cerca de Bogotá, o Parque Tayrona, um parque protegido pelo governo e que mistura selva e mar, e minha favorita, a ilha de San Andrés, cujo mar tem o apelido muito preciso de Mar de los Siete Colores, com tons de azul e violeta típicos do caribe.

 Catedral de Sal

Viajar pela Colômbia é relativamente barato e a dica é usar a empresa de baixo custo local, Viva Colombia, que oferece voos a preços cerca de 50% mais baratos em relação às companhias tradicionais.

Os costumes alimentares colombianos são marcantemente distintos dos nossos, o que é uma experiência por si só. Eu não diria que a comida seja estranha para o nosso gosto, mas a forma como se come ou os alimentos que se consomem em cada refeição são, sim, muito diferentes. Entretanto, não sou do tipo que tem problemas para comer e minha adaptação foi muito rápida.

Por exemplo, em Medellín se comem arepas (que são uma espécie de tortilla de milho) acompanhadas por queijo branco, presunto, ovos ou manteiga com café ou chocolate no café da manhã. O primeiro detalhe é que muita gente prefere chocolate que café, o segundo detalhe é que o chocolate não se prepara com leite, mas com aguapanela, que é como uma rapadura dissolvida em água.

 Arepa

Muita gente também consome o calentao que é nada mais que um requentado de arroz, feijão, molho de tomate preparado com cebola, ovo e carne moída. Há ainda o tamal que é uma espécie de pamonha salgada que leva além do milho, outros legumes e carne. Isso pro café da manhã! O almoço e a janta são bem normais e eu diria que se parecem ao que se come pelo estado de São Paulo e Minas Gerais.

Um dos melhores pratos é a bandeja paisa, muito parecido com o virado à paulista que se faz no interior de São Paulo. Outro prato que eu amo é o Ajiaco, que se come mais em Bogotá, e é um caldo de frango com legumes muito gostoso. Abacate se come como legume, com comida, em sopas. O costume brasileiro de colocar açúcar no abacate é visto por eles como bizarro.

 Bandeja Paisa

 Pueblito Paisa

Na rua também se come muitos tipos de salgados, doces e outras coisas, como as empanadas, pasteles de pollo, buñuelos, arepas, papitas fritas, torta de choclo, patacones, obleas rellenas… muita gente engorda depois de um tempo lá hehehe.

O que não se pode deixar de trazer?

Na Colômbia existem muitas comidas que devem ser experimentadas, mas que eu diria serem difíceis de se trazer na mala.

Dentre comidas, bebidas e roupas, tenho minha listinha obrigatória de compras:

– Café! Eles têm várias marcas locais, sendo Juan Valdez a mais famosa;

– Aguardiente, também conhecido como Guaro, é a bebida destilada local, com sabor forte de anis e consumida em shots;

– Arepa, que pode ser consumida em qualquer refeição e substitui o pão; se você gosta de cozinhar, pode comprar a Harina Pan e fazer suas próprias arepas em casa.

– Sombrero Vueltiao, é o chapéu tradicional colombiano;

– Poncho que é a vestimenta típica do camponês;

– Bolsas de todos tipos e cores, que eles usam pra ir a todo lugar.

No geral, como foi sua experiência? O que você recomendaria e não recomendaria?

O governo colombiano lançou há alguns anos a frase de marketing El riesgo es que te quieras quedar – o risco é que você queira ficar – para fomentar o turismo no país e mostrar que eles superaram o passado violento do narcotráfico e que já não existem riscos para os visitantes. Essa frase se disseminou e se tornou praticamente um dito popular, e expressa exatamente o que eu sinto pelo país.

Em março desse ano eu viajei outra vez à Colômbia e fizemos uma surpresa para a minha mãe colombiana. Daniel me encontrou na estação de metrô e chegou em casa dizendo que trazia uma surpresa, ela quase não acreditou que eu estava de volta. Para eles eu sou “el hermanito brasileño”, “el primo”, “mi hijo”, “mi nieto”. Nas três semanas em que estive por lá, praticamente todos os membros da família vieram a Medellín para me visitar, e na última noite ainda fizeram uma festa de despedida surpresa!

Eu realmente não consigo não recomendar a Colômbia, eu fui totalmente conquistado pela hospitalidade desse país, seu povo, sua felicidade e sua cultura. Infelizmente o país recebeu um rótulo pesado, que não reflete a realidade atual, e que foca apenas em uma pequena parte de um todo que é muito mais bonito.

 Águas cristalinas de San Andrés

Alguma curiosidade que deseja compartilhar?

Aproveite a oportunidade para aprender Espanhol! Todos apreciam muito quando um visitante aprende o idioma, e as pessoas são extremamente amigáveis com estrangeiros e dão suporte para quem está aprendendo. Me lembro de vários amigos me parabenizando por eu estar me comunicando em espanhol, e isso me dava muita motivação para aprender cada vez mais.

Eu particularmente não estudei Espanhol em escola, já que me parecia mais interessante praticar com pessoas diretamente. Praticamente 100% do tempo que vivi na Colômbia eu falei Espanhol, e por isso aprendi muito vocabulário informal e nuances de sotaque que dificilmente se pode adquirir num curso normal. Eu conversei com muitos locais, ouvi muitas histórias e aprendi muito sobre sua cultura e costumes. O idioma me conectou com as pessoas, o que seria praticamente impossível conversando somente em Inglês.

Muitas das memórias que tenho do país estão intimamente ligadas ao espanhol e aos amigos que fiz por poder falar bem o idioma. Mesmo depois de ter saído do país, conheci colombianos e falantes de Espanhol em outros lugares do mundo e a conexão foi imediata. Por ser parecido com o Português, pode-se aprender a língua até um nível aceitável de comunicação em poucas semanas.

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